quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

(re)Começo!

Momento muito desejado e sonhado vezes sem conta mas sem imaginar que se podia de facto tornar real. Ainda para mais tão cedo, tão repentinamente. É o que acontece quando há encontros assim, completamente inesperados a meio da noite.
Já te conhecia de cor. Cada traço, cada curva. Mas é agora que tudo (re)começa, agora é a sério. Agora vamos poder ir mais longe, sonhar e voar mais alto. Começamos a saber ouvir um respirar diferente, o nosso respirar. Há um novo descobrirmo-nos que vamos agora poder aprofundar a cada dia, uma cumplicidade que vai crescer enquanto nos adaptamos às manias e feitios um do outro.
Não se pode forçar o tempo. Não o vamos fazer. Vai ser, tem de ser, sem pressas nem pressões. Com a calma necessária para nos aprendermos, para respeitar os tempos, habitos e necessidades.
Futurologia não é uma ciência exacta, não se pode saber ao certo o que irá acontecer mas o que podemos é aproveitar ao máximo o que temos e o que construirmos todos e cada dia e assim o valorizar e fazer com que a cada dia que passa se tenha algo mais.
(re)Começamos aqui uma nova vida. Com a certeza de que aconteça o que acontecer, o que importa é sermos felizes, independentemente de tudo o resto.
De preferencia juntos.
Mesmo sem o efeito do fumo branco, posso afirmar finalmente... Habemos CMOS!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Esgotamento.

Lembro-me como se fosse hoje, aquele primeiro encontro. Já lá vão uns anos.
Depois de tanto tempo a estudarmo-nos mutuamente ao longe, dos olhares trocados à distância da proibição, até finalemnte estarmos juntos. As enormes expectativas das primeiras horas... e logo as primeiras desilusões. Demorou, foram precisos mais alguns telefonemas e quilometros mas estavamos final e definitivamente juntos para começar uma nova vida.
Nem sempre nos entendiamos muito bem, às vezes chegavamos a falar, embora cada um na sua língua e nem sempre de forma muito clara e ainda menos racional.
Juntos passamos por muita coisa. Vivemos condições por vezes adversas, vimos muita coisa feia mas os bons momentos foram sem dúvida o dominante nos tempos que partilhamos.
Sabes como são estas coisas... Não sou eu... És tu!
Não é um adeus que não te deixarei partir e prometo que irei continuar a estar contigo sempre que possivel mas já não podemos continuar como até aqui. Estás cansado, completamente esgotado. Deste-me o que tinhas para me dar e talvez ainda mais e eu espero não te ter defraudado. Certo é que contigo aprendi e cresci muito mas agora preciso de seguir em frente, preciso de mais.
Descansa agora tranquilo meu CCD, serás sempre o primeiro.

Venha o próximo!

Ah! No que respeita à dúvida levantada anteriormente, terá que esperar por uma próxima, tenho uma forte suspeita da resposta mas como não voltei aos 40, terei que esperar pela próxima enfermidade.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Deliriu?

Será mais comum aos 36 ou a partir dos 40?

Podia com base nas vivências dos últimos dias saber a resposta mas a dúvida continua, nomeadamente porque não me lembro! Ou será que isso por si só já é uma resposta?

Certo é que não há mais irritante que estar entre os 37,5 e os 38.

Vou voltar para o destilo, quem sabe não volto com uma resposta!
(de que me lembre...)

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