(re)Encontros
É estranho quando se passam tantos anos sem ver alguém e de um momento para o outro, quase sem sabermos como, essa pessoa volta a entrar na nossa vida.
Mas será que se pode chamar reencontro ao rever uma pessoa quando, de certa forma, nunca a deixámos de ter connosco? Quando a lembramos tantas e tantas vezes, sempre de forma tão positiva, tão doce. Quando algo ficou inacabado, há muito tempo atrás.
Juntamente com toda a estranheza de sermos hoje outros que não os de antes, um sentimento de familiaridade faz com que apesar de haver muita conversa para pôr em dia, muita coisa para (re)descobrir, sejamos ainda os mesmo que ontem simplesmente deixaram de se ver.
Curioso perceber como, todo este tempo, ambos nos sentíamos culpados por algo que não faz sentido, algo de que nenhum de nós teve culpa.
Espero que não nos voltemos a perder.
É muito bom voltar a ter-te por perto.
Mas será que se pode chamar reencontro ao rever uma pessoa quando, de certa forma, nunca a deixámos de ter connosco? Quando a lembramos tantas e tantas vezes, sempre de forma tão positiva, tão doce. Quando algo ficou inacabado, há muito tempo atrás.
Juntamente com toda a estranheza de sermos hoje outros que não os de antes, um sentimento de familiaridade faz com que apesar de haver muita conversa para pôr em dia, muita coisa para (re)descobrir, sejamos ainda os mesmo que ontem simplesmente deixaram de se ver.
Curioso perceber como, todo este tempo, ambos nos sentíamos culpados por algo que não faz sentido, algo de que nenhum de nós teve culpa.
Espero que não nos voltemos a perder.
É muito bom voltar a ter-te por perto.

0 Tosquias:
Enviar um comentário
<< Home