segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Inevitávelmente, o fim...

Acabou.
Já passou demasiado tempo. Já não há nada a dizer.
Não se pode fazer parte do que não se sente, ainda que se continue a sentir. Mas acabou. Não há mais vida que se possa roubar na esperança de que um dia, quem sabe, tudo mude.
Já muito foi dito, já muito foi feito. Demasiado ficou por fazer.
E assim se chegou ao fim. Inevitávelmente, o fim...

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