Parabéns minha menina linda.
Não me conheces e, ainda que ingenuamente continue a acreditar que sim, o mais certo é nem saberes que existo. Mas existo. E tu continuas a existir em mim.
Não te vi crescer. Não te vi chorar. Não conheço os teus gostos nem o teu sorriso. Não conheço os sonhos que se escondem no brilho dos teus olhos.
O que te faz sorrir minha menina linda? O sol do fim de tarde? Ou preferes a lua e o calor da manhã?
A que hora gostas da praia? E de brincar na relva? Jogar à bola, saltar ao eixo, viver sonhos?
Roubaram-me tudo. Arrancaram-nos de uma vida que podiamos ter tido. Tiraram-te de mim. Sem pudor, sem remorsos. Sem pensar nem em ti nem em mim.
Lembro e relembro de forma tão presente que chega a doer a única vez que te vi. Foi preciso fugir uma e outra vez para, por um único momento, te ter comigo ainda que por tão poucas horas. Dolorosamente poucas. Não é assim que se acaba uma vida.
Talvez um dia nos voltemos a encontrar. Talvez um dia te possa conhecer. Talvez um dia... e vamos poder correr, saltar, rir às gargalhadas a tarde toda e ir passear sem medo de voltar. Talvez um dia volte a sentir o cheiro do peixe no forno. Talvez um dia me possas mostrar o mundo que vês por esses olhos que não conheço. Talvez...Talvez um dia te possa voltar a dar um beijo de boa noite e ficar a velar o teu sono sereno e despreocupado de quem descobre o mundo a cada dia que nasce como fiz naquela noite de ontem, há já tanto tempo. Demasiado tempo.
Talvez um dia...
Parabéns minha menina linda.
Não te vi crescer. Não te vi chorar. Não conheço os teus gostos nem o teu sorriso. Não conheço os sonhos que se escondem no brilho dos teus olhos.
O que te faz sorrir minha menina linda? O sol do fim de tarde? Ou preferes a lua e o calor da manhã?
A que hora gostas da praia? E de brincar na relva? Jogar à bola, saltar ao eixo, viver sonhos?
Roubaram-me tudo. Arrancaram-nos de uma vida que podiamos ter tido. Tiraram-te de mim. Sem pudor, sem remorsos. Sem pensar nem em ti nem em mim.
Lembro e relembro de forma tão presente que chega a doer a única vez que te vi. Foi preciso fugir uma e outra vez para, por um único momento, te ter comigo ainda que por tão poucas horas. Dolorosamente poucas. Não é assim que se acaba uma vida.
Talvez um dia nos voltemos a encontrar. Talvez um dia te possa conhecer. Talvez um dia... e vamos poder correr, saltar, rir às gargalhadas a tarde toda e ir passear sem medo de voltar. Talvez um dia volte a sentir o cheiro do peixe no forno. Talvez um dia me possas mostrar o mundo que vês por esses olhos que não conheço. Talvez...Talvez um dia te possa voltar a dar um beijo de boa noite e ficar a velar o teu sono sereno e despreocupado de quem descobre o mundo a cada dia que nasce como fiz naquela noite de ontem, há já tanto tempo. Demasiado tempo.
Talvez um dia...
Parabéns minha menina linda.

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