segunda-feira, 26 de março de 2007

Há qualquer coisa!

Há qualquer coisa que se esconde numa praia ao fim da noite.
Na quietude das marés, o som terno da rebentação apenas quebrado pelo dedilhar das cordas da guitarra portuguesa e a respiração esforçada inrompem pela noite e dão à lua uma nova vida. Chega de música por hoje.
E é aqui que deixa de haver o desconhecido, tudo se torna familiar.
O mar de sempre, a praia de sempre. Num sitio onde nunca estive.
A noite que vela os passos certos por caminhos percorridos sem horas e sem destino.
Saio. Fico. Tardas.
Adeus.

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