Abstenção, NÃO!
Deitei-me, já hoje, às 5h da manhã. Ás 7h15 o despertador já tocava para me tirar do conforto. Mais de 3h, 7€ e alguns quilómetros depois fui exercer o meu direito e dever cívico e social de votar.
Desde o início que sempre me manifestei contra a realização deste referendo mas não poderia deixar de ir votar.
Infelizmente, as projecções indicam que, mais uma vez, a grande fatia dos recenseados optou por não se manifestar.
Não consigo entender.
Se não somos consultados, é porque ninguém nos ouve. Quando somos chamados às mesas de voto, mais de metade da população fica em casa, vai passear, fica a ver chover, inventa tudo e mais alguma coisa para fazer mas não consegue despender de nem cinco minutos para dar o seu voto e assim mostrar interesse pelo desenvolvimento e pelo estado do país em que vive.
Há quem me diga que não vota porque não acredita no que lhe é proposto por nenhuma das partes em campanha. É um facto e cada vez mais comum, muitas vezes também eu não me identifico em absoluto (a ponto de lhes dar o meu voto) com nenhuma das partes, no entanto, não admito não manifestar a minha opinião ou descontentamento com as hipóteses que me são apresentadas.
Votar em branco é mostrar que há um descontentamento com o panorama e as soluções apresentadas havendo um interesse real pelo que se passa, mostrando que se está atento e que não se deixa passar em branco o que muita vezes nos querem impingir.
Faço questão de votar quer seja num partido, em pessoas, em convicções, em respostas directas, em branco ou no que for mas voto Sempre. Até porque não abdico de poder posteriormente concordar ou discordar do que é feito (ou deixado por fazer) e exigir que aconteça a evolução que entendo adequada para o país que tem as potencialidades que acredito que Portugal tem. Quem não vota, perde todo o direito que tem de exigir condições, mudanças ou sequer explicações do que se passa.
Sou Ovelha Negra, a mim não me vão arrastar no meio da carneirada mole que tem os cornos enfiados na palha e se deixa levar por pastores que nem conhece.
Votar é agir. Votar é fazer a diferença.
Desde o início que sempre me manifestei contra a realização deste referendo mas não poderia deixar de ir votar.
Infelizmente, as projecções indicam que, mais uma vez, a grande fatia dos recenseados optou por não se manifestar.
Não consigo entender.
Se não somos consultados, é porque ninguém nos ouve. Quando somos chamados às mesas de voto, mais de metade da população fica em casa, vai passear, fica a ver chover, inventa tudo e mais alguma coisa para fazer mas não consegue despender de nem cinco minutos para dar o seu voto e assim mostrar interesse pelo desenvolvimento e pelo estado do país em que vive.
Há quem me diga que não vota porque não acredita no que lhe é proposto por nenhuma das partes em campanha. É um facto e cada vez mais comum, muitas vezes também eu não me identifico em absoluto (a ponto de lhes dar o meu voto) com nenhuma das partes, no entanto, não admito não manifestar a minha opinião ou descontentamento com as hipóteses que me são apresentadas.
Votar em branco é mostrar que há um descontentamento com o panorama e as soluções apresentadas havendo um interesse real pelo que se passa, mostrando que se está atento e que não se deixa passar em branco o que muita vezes nos querem impingir.
Faço questão de votar quer seja num partido, em pessoas, em convicções, em respostas directas, em branco ou no que for mas voto Sempre. Até porque não abdico de poder posteriormente concordar ou discordar do que é feito (ou deixado por fazer) e exigir que aconteça a evolução que entendo adequada para o país que tem as potencialidades que acredito que Portugal tem. Quem não vota, perde todo o direito que tem de exigir condições, mudanças ou sequer explicações do que se passa.
Sou Ovelha Negra, a mim não me vão arrastar no meio da carneirada mole que tem os cornos enfiados na palha e se deixa levar por pastores que nem conhece.
Votar é agir. Votar é fazer a diferença.

1 Tosquias:
Epá, ora nem mais!!!!!
Sente-te!!!
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