Tu em mim
Poder ouvir, poder ver, poder sentir.
Há dias em que tudo se torna tão real que chega a doer a tua eterna ausência.
Não preciso fechar os olhos para te ver. Não preciso de te ter para te sentir.
Leio nos teus olhos para lá de tudo o que não dizes.
Não ouvi o que dizes porém sei meticulosamente cada movimento dos teus lábios.
Desorientas-me!
Desconcertas-me!
Irónica a próximidade que sempre nos rondou e é agora a próximidade que nos afasta. Para continuarmos a mais uma vez ficar próximos. E mais distantes que nunca.
A inocencia de um toque desaprecebido que me faz desabar por dentro.
Deixo de ter porto de abrigo, deixo de conseguir controlar a paz de que sempre me preenchi.
A inquietude do teu olhar trocida-me.
A incerteza destas areias movedicas em que nos movemos mata-me a cada encontro arranjado pelo acaso.
Há coisas que não sei o que são, que não sei como lidar. Há reacções que não consigo controlar.
Há um mundo que desconhecia dentro de mim. E não sei se gosto.
Não sei lidar contigo.
Não te consigo arrumar a um canto. Não consigo simplesmente ignorar. A incerteza é insuportavel. Desfizes-te-me de mim. Por completo.
E com todo este tempo, continuo na mesma. Continuo sem conseguir lidar nem contigo nem comigo. Continuo sem conseguir controlar-te em mim.
Podia ficar horas a ver-te. Só a observar ao longe o teu ser. Os teus gestos... Já os sei de cor. O teu corpo. As tuas feridas. O teu olhar. As incertezas. As tuas marcas. Sei milimétricamente como te moves, como falas, como reages e como foges.
Quando sorris... quando sorris! Quado sorris iluminas tudo em mim.
Não há nada como te saber feliz. Mas não o sei.
Não há melhor que te poder ter perto. Mas não tenho.
Nada se aproxima do te observar sereno. Mas não te vejo.
Nada se assemelha ao que sinto. Mas sinto.
Não te posso amar. Mas amo!
Há dias em que tudo se torna tão real que chega a doer a tua eterna ausência.
Não preciso fechar os olhos para te ver. Não preciso de te ter para te sentir.
Leio nos teus olhos para lá de tudo o que não dizes.
Não ouvi o que dizes porém sei meticulosamente cada movimento dos teus lábios.
Desorientas-me!
Desconcertas-me!
Irónica a próximidade que sempre nos rondou e é agora a próximidade que nos afasta. Para continuarmos a mais uma vez ficar próximos. E mais distantes que nunca.
A inocencia de um toque desaprecebido que me faz desabar por dentro.
Deixo de ter porto de abrigo, deixo de conseguir controlar a paz de que sempre me preenchi.
A inquietude do teu olhar trocida-me.
A incerteza destas areias movedicas em que nos movemos mata-me a cada encontro arranjado pelo acaso.
Há coisas que não sei o que são, que não sei como lidar. Há reacções que não consigo controlar.
Há um mundo que desconhecia dentro de mim. E não sei se gosto.
Não sei lidar contigo.
Não te consigo arrumar a um canto. Não consigo simplesmente ignorar. A incerteza é insuportavel. Desfizes-te-me de mim. Por completo.
E com todo este tempo, continuo na mesma. Continuo sem conseguir lidar nem contigo nem comigo. Continuo sem conseguir controlar-te em mim.
Podia ficar horas a ver-te. Só a observar ao longe o teu ser. Os teus gestos... Já os sei de cor. O teu corpo. As tuas feridas. O teu olhar. As incertezas. As tuas marcas. Sei milimétricamente como te moves, como falas, como reages e como foges.
Quando sorris... quando sorris! Quado sorris iluminas tudo em mim.
Não há nada como te saber feliz. Mas não o sei.
Não há melhor que te poder ter perto. Mas não tenho.
Nada se aproxima do te observar sereno. Mas não te vejo.
Nada se assemelha ao que sinto. Mas sinto.
Não te posso amar. Mas amo!

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