Senti
Às vezes é quase inacreditável como promenores que parecem tão insignificantes nos podem fazer sentir tão bem.
Pode ser apenas uma memória vinda do nada ou sugestionada por um objecto, uma frase ou um pequeno som.
Pode ser apenas o passar perto de uma janela fechada ou olhar uma foto desenquadrada.
Qualquer coisa.
O caos que parece perfeito com cada coisa meticulosamente atirada à balda para o chão. Cada coisa em seu sitio, mesmo que seja num sitio que não o seu.
E no meio de tudo isto, um cheiro. Um cheiro que não está lá mas que se sente de tão presente que o lembramos.
Momentos que passam, momentos que ficam.
Perco-me no fundo dos olhos e observo em câmara lenta cada palavra que a boca deixa fugir.
Era capaz de reproduzir cada traço, cada sorriso dessa vida que não tenho.
O espaço estava vazio, mas tu estavas lá.
Pode ser apenas uma memória vinda do nada ou sugestionada por um objecto, uma frase ou um pequeno som.
Pode ser apenas o passar perto de uma janela fechada ou olhar uma foto desenquadrada.
Qualquer coisa.
O caos que parece perfeito com cada coisa meticulosamente atirada à balda para o chão. Cada coisa em seu sitio, mesmo que seja num sitio que não o seu.
E no meio de tudo isto, um cheiro. Um cheiro que não está lá mas que se sente de tão presente que o lembramos.
Momentos que passam, momentos que ficam.
Perco-me no fundo dos olhos e observo em câmara lenta cada palavra que a boca deixa fugir.
Era capaz de reproduzir cada traço, cada sorriso dessa vida que não tenho.
O espaço estava vazio, mas tu estavas lá.

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